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11 Dez | Greve Geral contra o pacote laboral

GreveSiteA GREVE GERAL É A RESPOSTA NECESSÁRIA

O Governo ao serviço do grande capital desenvolve uma estratégia que afronta a Constituição da República Portuguesa e procura fragilizar os direitos laborais, bem como o direito à Saúde, Educação, Protecção Social e Habitação, entre outros.

O "pacote laboral" apresentado pelo Governo, com mais de 100 medidas, se fosse posto em prática representaria um enorme retrocesso nos direitos dos trabalhadores.

O seu conteúdo não só não dá resposta aos problemas que já existem na legislação laboral - com normas que agridem os direitos dos trabalhadores, e que têm de ser revogadas – como os agravam. É um grande favor aos patrões, que aplaudem com satisfação!

Rejeitamos o Pacote laboral, exigimos ao Governo a sua retirada.

PACOTE LABORAL = ASSALTO AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS!

A Greve Geral é a greve de todos os trabalhadores, a força para derrotar o "pacote laboral" e garantir aumento dos salários, das pensões, a melhoria dos Serviços Públicos e uma vida melhor.

Basta de baixos salários, de injustiças, desigualdades e de ataque aos nossos direitos.

HÁ MUITAS RAZÕES PARA ADERIR À GREVE

  • Contra o despedimento sem justa causa e o seu embaratecimento.
  • Contra a imposição do "banco de horas".
  • Combater a generalização da precariedade e da instabilidade.
  • Contra a destruição da contratação colectiva.
  • Contra o ataque aos direitos de maternidade e de paternidade.
  • Combater o ataque ao Direito à Greve e à Liberdade Sindical.

O QUE PREVÊ O PACOTE LABORAL

  • Em caso de despedimento, a defesa do trabalhador fica mais fragilizada e, mesmo com decisão do tribunal de que esse despedimento é ilícito, a empresa não é obrigada a reintegrá-lo, consumando o despedimento sem justa causa.
  • Permite às empresas obrigar os trabalhadores a mais duas horas de trabalho diário sem pagamento.
  • Alarga os motivos e prazos dos contratos a prazo e de outras situações de precariedade.
  • Acelera a caducidade/extinção dos contratos colectivos para acabar de vez com os direitos que neles estão consagrados e dessa forma baixar os salários e reduzir os direitos de todos os trabalhadores.
  • Obriga os pais com filhos menores de 12 anos a trabalhar de noite aos fins de semana e feriados e dificulta a vida às mães que amamentam os seus filhos.
  • Torna os serviços mínimos em serviços máximos para fragilizar a resistência dos trabalhadores às arbitrariedades patronais e a luta por melhores condições de vida.

ATENÇÃO
O governo PSD/CDS, com o apoio do Chega e IL, desenvolve uma política de agravamento da exploração, injustiças e desigualdades. E enquanto os lucros dos principais grupos económicos atingem valores recorde a cada trimestre que passa, os salários dos que produzem essa riqueza marcam passo. E se aos trabalhadores são exigidos maiores ritmos de trabalho, trabalho extraordinário e desregulação dos horários, já aos patrões é oferecida a redução dos impostos! Para o capital é só privilégios e facilidades. Para os trabalhadores são exigidos cada vez mais sacrifícios.

A OFENSIVA DO GOVERNO É CONTRA TODOS TRABALHADORES DO SECTOR PÚBLICO E DO SECTOR PRIVADO
Ao fazer greve, cada trabalhador perde um dia de salário! Mas contribui para derrotar o "pacote laboral", e está a defender os seus direitos, o seu salário, o seu horário, o seu posto de trabalho para o futuro, e isso significa ganhar muitos dias de salário e uma vida melhor.

O governo PSD-CDS tem que retirar esta proposta desastrosa e revogar as restantes normas gravosas da legislação laboral.

HÁ SOLUÇÕES! VAMOS LUTAR POR ELAS!
›› Por um outro rumo para o País, no qual o trabalho e os trabalhadores estejam no centro de uma política de desenvolvimento e de progresso;
›› Pela defesa e reforço dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado, por uma vida
digna para todos os que trabalham e trabalharam;
›› Pela aplicação dos direitos de Abril que a Constituição consagra.

DIA 11 DE DEZEMBRO JUNTA-TE A TODOS OS TRABALHADORES.
FAZ GREVE! POR TI, PELOS TEUS, POR TODOS.

VAMOS TODOS FAZER GREVE GERAL

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