Já saiu o Jornal do STAL n.º 121

Jornal121 b426a A edição n.º 121 do Jornal do STAL, de Janeiro de 2022, tem como principais destaques as eleições Legislativas marcadas para o próximo dia 30 - com o destacável "Votar é decidir e lutar!" -, e nas quais se irão eleger os deputados à Assembleia da República para os próximos quatro anos; assim como a luta dos trabalhadores a decorrer nas empresas do grupo EGF; o abaixo-assinado promovido pela Frente Comum pela redução dos descontos para a ADSE; e assinala o centenário de José Saramago.

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Palavras bonitas não pagam as contas

COM AdP eec05 A LUTA DOS TRABALHADORES DO GRUPO ÁGUAS DE PORTUGAL

 Sem a luta dos trabalhadores, os seus problemas não se resolvem! As “palavras bonitas” e os “elogios baratos” não fazem crescer os salários, nem pagam as contas do dia-a-dia de quem trabalha! E o discurso da administração, desarticulado da realidade, é certamente inspirado na “Alice no País das Maravilhas”, já que, na prática, o que os trabalhadores têm é “uma mão cheia de nada”!

Este Conselho de Administração (CA) está em funções desde Maio de 2020, pelo que não se pode descartar das diversas iniciativas que o STAL e a Fiequimetal promoveram, dos ofícios enviados, da greve realizada pelos trabalhadores em 11 de Junho de 2021, e, muito menos, das responsabilidades da empresa que já existiam antes da sua tomada de posse.

Após a assinatura do Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) – conforme consta em acta assinada por ambas as partes, para a definição de carreiras e dos conteúdos funcionais – e até hoje, em nenhum momento existiu, por parte da AdP, vontade de cumprir com o acordado em 2 de Agosto de 2018, e muito menos com a aplicação do ACT.

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Adesão de 90% na greve dos trabalhadores da recolha de resíduos urbanos em Santarém

WhatsApp Image 2021 24a91TRABALHADORES DO DEPARTAMENTO DE AMBIENTE, SUSTENTABILIDADE E ESPAÇO PÚBLICO

Os trabalhadores do Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público da Divisão de Ambiente e Sustentabilidade, na Câmara Municipal de Santarém, cumprem dois dias de greve a 27 de Dezembro e 3 de Janeiro.

Os trabalhadores em greve exigem o pagamento dos retroactivos (Janeiro e Fevereiro) do Suplemento de Penosidade e Insalubridade.

O diferendo com autarquia, que se recusa a pagar, já se arrasta desde Abril e os trabalhadores estão fartos de esperar e querem receber o que lhes é devido, a exemplo do que inúmeras autarquias cumpriram por todo o País.

Os trabalhadores decidiram ainda aderir à greve às horas extraordinárias.

Votos dos trabalhadores das autarquias para 2022

Votos a335bSTAL ASSINALA ÁRVORES POR TODO O PAÍS

O STAL iniciou, na primeira quinzena de Dezembro, uma acção nacional com os «Votos dos trabalhadores para 2022», com a decoração de árvores nas principais praças do País.

Inserida na quadra festiva que atravessamos a iniciativa visa dar expressão pública à exigência de respostas aos problemas dos trabalhadores da Administração Local e Regional, destacando-se dez principais reivindicações: Aumento de 90€ para todos; salário mínimo nacional de 850€; Subsídio de refeição de 7,50€; Aumento das pensões de aposentação e de reforma; Descongelamento da progressões e promoções; Suplemento de Insalubridade Penosidade e Risco; Revogação do SIADAP; ADSE pública e solidária; 35 horas para todos os trabalhadores; 25 dias de férias majorações.

O próximo ano será certamente de luta pela melhoria das condições de vida e de trabalho e pela exigência de soluções para os problemas, luta que os trabalhadores também irão travar nas urnas já no próximo dia 30 de Janeiro.

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Festas Felizes e um Bom Ano 2022

DIGNIFICAR O TRABALHO E OS TRABALHADORES

No difícil contexto sanitário vigente nos últimos dois anos, devido à pandemia da Covid-19, ficou evidente a importância dos trabalhadores dos sectores essenciais da Administração Pública – com destaque para os da Administração Local e Regional – para garantir serviços públicos essenciais às populações, nomeadamente o Serviço Nacional de Saúde, bem como as áreas das águas, resíduos e higiene urbana, protecção e socorro da população e transportes públicos, reafirmando-se assim estes como elementos fundamentais na resposta concreta às necessidades básicas da comunidade e do País.

Daí que os trabalhadores da Administração Local e Regional, unidos em torno do STAL, reafirmam para 2022 a sua justa e urgente valorização através do aumento real dos salários, nomeadamente de 90 euros para todos e de um salário mínimo de 850 euros.

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Frente Comum entrega «Votos dos Trabalhadores» ao Governo

Os trabalhadores da Função Pública levaram reivindicações em forma de presentes para a árvore de Natal no Rossio, em Lisboa, numa acção promovida pela Frente Comum para exigir o aumento dos salários, o reforço de trabalhadores e melhorias nos serviços públicos.

O STAL marcou presença na iniciativa, que contou com a presenta de dezenas de dirigentes sindicais, que entoaram cânticos “natalícios” alusivos às principais reivindicações dos trabalhadores da Administração Pública, designadamente, a dignificação das funções sociais do Estado, o aumento do subsídio de alimentação, a reposição dos 25 dias de férias e a redução das contribuições para a ADSE.

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Plenário dos trabalhadores da Amarsul aprovam novas acções de luta

WhatsApp Image 2021 12 09 at 12.31.29 1 edit m 287a1QUINTA-FEIRA, DIA 9, NO ECOPARQUE DE PALMELA

Na sequência da greve de cinco dias na Amarsul, os trabalhadores agendaram para esta quinta-feira (dia 9) um plenário geral, que decorreu no Ecoparque de Palmela, na sede da empresa.

No plenário de trabalhadores foi discutida e aprovada uma resolução que, de seguida, foi entregue à administração da Amarsul, empresa do Grupo Mota-Engil.

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STAL saúda decisão da CM Setúbal de reassumir a gestão da água e do saneamento

AGUA 5ae8eO STAL saúda, vivamente, a aprovação pela Câmara Municipal de Setúbal, no dia 24 de Novembro, de recuperar a gestão pública municipal da água e do saneamento, colocando assim um ponto final na concessão a privados aprovada em 1997, pela gestão do PS/ Mata Cáceres, uma decisão marcada por várias suspeitas, em que a EPAL foi mesmo proibida de concorrer pela então Ministra do Ambiente Elisa Ferreira, num claro favorecimento dos interesses privados.

A decisão agora proposta pela CDU, correspondendo a um compromisso eleitoral assumido nas últimas eleições autárquicas por esta força política, foi votada favoravelmente pelo PS, com a abstenção do PSD, e, de acordo com a nota emitida pela autarquia, “após análise dos vários cenários, a gestão pública municipal realizada por serviços municipais ou serviços municipalizados é aquela que melhor se adapta à realidade” e o que, de um ponto de vista financeiro, “deverá representar um valor acrescentado superior” para o Município de Setúbal e “melhores condições tarifárias para os utilizadores”.

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Levar a luta até ao voto nas eleições de 30 de Janeiro

ReuniaoDN fe60bSTAL DEFENDE O REFORÇO E A INTENSIFICAÇÃO DA LUTA PELOS DIREITOS

A Direcção Nacional (DN) do STAL, reunida nesta quinta-feira (2 de Dezembro), na sede do Sindicato, em Lisboa, reafirmou a determinação em prosseguir e intensificar a luta dos trabalhadores da Administração Local por mais direitos e por uma vida melhor.

A resolução aprovada por unanimidade sublinha a forte adesão à Greve Nacional da Administração Pública (no dia 12 de Novembro), convocada pela Frente Comum, e a elevada participação na Manifestação Nacional da CGTP-IN (20 de Novembro), jornadas de luta que demonstraram, de forma inequívoca, que os trabalhadores não se conformam com a desvalorização salarial e profissional de que têm sido alvo, nem com a degradação dos serviços públicos que se tem verificado.

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Trabalhadores da Amarsul vítimas de confrontos com GNR no Ecoparque de Palmela e intimidados pela PSP no do Seixal

Amarsul 6c9b7REPRESSÃO POLICIAL SOBRE PIQUETES DE GREVE

Os trabalhadores que asseguram o piquete de greve nos ecoparques de Palmela e do Seixal foram esta tarde surpreendidos por uma intervenção inapropriada e inusitada das autoridades policiais – nomeadamente da GNR e da “polícia de choque” da PSP – esta alegadamente a mando da Direcção Nacional da PSP –, comportamento que o STAL e o SITE-Sul repudiam veemente, por nada o justificar e, sobretudo, porque coloca em causa o legítimo e constitucionalmente consagrado direito à greve e o papel dos piquetes de greves, conforme previsto na lei.

Esta condenável acção policial, “a pedido” do Conselho de Administração da Amarsul e sob o pretexto de uma interpretação “particular” do acórdão do Tribunal Arbitral que definiu os serviços mínimos, que estão a ser escrupulosamente cumpridos, é a resposta da empresa – do Grupo EGF/Mota-Engil – às exigências dos trabalhadores, que constam do Caderno Reivindicativo apresentado, mas que têm sido sistematicamente ignoradas.

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Greve arranca com grande adesão, apesar da intimidação de trabalhadores

WhatsApp Image 2021 11 29 at 17.04.33 1 36a72TRABALHADORES DA AMARSUL EM LUTA ATÉ DIA 3

Os trabalhadores da Amarsul, do Grupo EGF/Mota-Engil, cumprem hoje o primeiro de cinco dias de greve, por um conjunto de reivindicações que constam do Caderno Reivindicativo apresentado. O STAL e o SITE-Sul denunciam a empresa de trabalho temporário Autovision de coagir trabalhadores, pressionando-os a apresentarem-se ao trabalho.

A greve de cinco dias teve início às 00.00h de hoje e prolonga-se até ao final desta sexta-feira, registando grande adesão dos trabalhadores da Amarsul, como indicam os números das primeiras horas desta acção de luta, que abrange os municípios de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, e uma população de cerca de 800 mil habitantes.

No início desta luta a paralisação foi total nos Ecoparques do Seixal e Palmela, nos quais nenhum carro de recolha de resíduos sólidos urbanos dos municípios descarregou.

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Trabalhadores da Administração Pública “chumbam” políticas do Governo!

AF Saudação A3 Greve.Manif.Frente 1 min d2ff5 GRANDE ADESÃO À GREVE NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E À MANIFESTAÇÃO DA CGTP-IN

A elevada participação dos trabalhadores da Administração Local e Regional nas duas grandes jornadas de luta deste mês de Novembro – a Greve Nacional da Administração Pública convocada pela Frente Comum, no dia 12; e a Manifestação Nacional da CGTP-IN, no dia 20 – são a expressão da sua firme oposição às políticas do Governo, que depois de “chumbadas” no Parlamento, voltaram a ser “chumbadas” na rua e nos locais de trabalho por todo o País, onde os trabalhadores reafirmaram a forte determinação em defesa das exigências que constam da Proposta Reivindicativa Comum para 2022.

A Direcção Nacional do STAL saúda, calorosamente, as centenas de activistas, delegados e dirigentes sindicais e os milhares de trabalhadores dos mais diversificados sectores das autarquias locais, os quais, mesmo nas difíceis condições que atravessam, souberam transformar a Greve Nacional de dia 12 numa poderosa jornada de protesto e de luta, demonstrando, assim, a sua grande confiança nas estruturas do Movimento Sindical Unitário, e em particular no STAL, Sindicato com provas dadas na defesa intransigente dos legítimos interesses dos trabalhadores de todo o universo de serviços da Administração Local e Regional.

Também a grandiosa Manifestação Nacional de dia 20, promovida pela CGTP-IN sob o mote “Avançar É Preciso!”, contou com a empenhada presença de milhares de trabalhadores das autarquias locais, que assim juntaram a sua voz às dos milhares de participantes na iniciativa que, confrontados com os problemas, exigem soluções, não aceitam retrocessos, têm propostas e querem avançar!

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Trabalhadores da Amarsul em luta por melhores salários e condições laborais

Cartaz V2 Greve Amarsul NOV.2021 min b97d4GREVE ENTRE 29 NOVEMBRO E 3 DE DEZEMBRO

Os trabalhadores da Amarsul estarão em greve entre os dias 29 de Novembro e 3 de Dezembro, assim como ao trabalho suplementar nos dias 27 e 28 de Novembro e 4 de Dezembro, para exigirem uma resposta urgente da administração da empresa às suas propostas, que constam do Caderno Reivindicativo já apresentado.

Os trabalhadores da Amarsul exigem da empresa – do Grupo EGF/Mota-Engil – uma resposta urgente e positiva ao Caderno Reivindicativo já entregue, nomeadamente, o aumento dos salários e dos subsídios de refeição e de transporte, bem como estão contra a recorrente utilização da empresa do trabalho temporário, que coloca os trabalhadores em situação permanente de precaridade, qual “praça de jorna” dos tempos modernos.

Com esta acção de luta – convocada pelo STAL e pelo SITE-Sul –, e perante o persistente silêncio às suas reivindicações por parte da administração da Amarsul – dedicada à gestão dos resíduos sólidos urbanos dos municípios da Península de Setúbal –, os trabalhadores reafirmam a sua determinação em conseguir melhores salários, mais direitos e melhores condições de trabalho.

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Muitos milhares de trabalhadores na Manifestação Nacional da CGTP-IN

 MG 3063 MIN e11d9RESOLUÇÃO APROVADA

Avançar é preciso!

A LUTA É O CAMINHO!
Valorizamos e saudamos, a CGTP-IN e a luta que os trabalhadores têm desenvolvido, nos sectores público e privado, com determinação e confiança, em cada luta concreta, no local de trabalho, serviço ou empresa, pela defesa dos direitos, o progresso das condições de trabalho e de vida e por um outro rumo para o País.

A luta tem sido determinante para dar combate à linha de aproveitamento da epidemia que o patronato tem prosseguido, procurando levar mais longe a exploração dos trabalhadores, desregulando horários, atropelando direitos, promovendo despedimentos e destruindo milhares de postos de trabalho, bloqueando a contratação colectiva, ao mesmo tempo que tenta limitar a acção e a intervenção sindical, utilizando os mecanismos à sua disposição.

O Governo, com o apoio da direita, opta pela manutenção dos baixos salários e desvalorização das carreiras e profissões, da precariedade e da desregulação dos horários de trabalho, com uma actualização dos salários da Administração Pública que não valoriza os trabalhadores e não repõe o poder de compra perdido, dando aos patrões um sinal contrário ao que é necessário. Mantém ainda a opção pela perpetuação das normas na legislação laboral que fragilizam, entre outras dimensões, a contratação colectiva e, desta forma, o alcance que este instrumento pode ter na elevação das condições de vida e de trabalho no nosso país.

(A continuação da luta é fundamental para superar os problemas estruturais que o país mantém, em resultado de décadas de política de direita levada a cabo por PS, PSD e CDS, e da opção do PS e do seu Governo em não romperem com a mesma.)

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Frente Comum lança abaixo-assinado pela redução das contribuições para a ADSE

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A Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública lança um abaixo-assinado a nível nacional em defesa de uma ADSE pública e ao serviço dos trabalhadores e aposentados da Administração Pública, que exigem que o desconto mensal incida em apenas 12 meses.

Os trabalhadores e aposentados da Administração Pública descontam, 14 meses por ano, 3,5% dos seus salários e pensões, incluindo os subsídios de férias e de Natal. A receita dos descontos que financiam a ADSE assume hoje valores que, não só garantem a sua sustentabilidade, como permitem a redução das contribuições dos beneficiários.

Ver abaixo assinado Assina aqui

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