FIM ÀS AMEAÇAS E AGRESSÕES DOS EUA
Neste sábado sai à rua para exigir o fim da guerra e da militarização, e o desvio, para a indústria da guerra, de recursos necessários para reforçar os Serviços Públicos e as Funções Sociais do Estado.
O ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão é um acto condenável, executado à margem do direito internacional, violando os princípios da Carta da Organização das Nações Unidas e do direito internacional, e mais um passo na escalada de confrontação e guerra que afecta o Médio Oriente.
Ao longo de décadas, os governos norte-americano e israelita, e os seus aliados da NATO, prosseguem uma política de agressão e desestabilização daquela região do Globo, disseminando o terror e a guerra no Afeganistão, Iraque, Líbia, Iémen, Líbano e Síria, além da criminosa ocupação do território palestiniano e o genocídio contra o seu povo.
A nossa realidade é marcada pela violência, que “empurra” o Mundo cada vez mais para o perigo, a instabilidade e a guerra, que não serve aos trabalhadores – que sofrem as consequências directas e indiretas da escalada armamentista, que faz aumentar o custo de vida –, mas apenas àqueles que utilizam a corrida às armas e o militarismo para acentuar a exploração, atacar direitos e “engordar” os seus lucros.
Neste quadro, o STAL apela à mobilização e participação de todos os trabalhadores da Administração Local e sector empresarial nas manifestações convocadas pela CGTP-IN, em conjunto com outras organizações, para Lisboa – da Cidade Universitária (cantina velha) a Sete Rios (passando pela Embaixada dos EUA) – e no Porto (Pç. Batalha à Trindade), ambas no próximo dia 14, a partir das 15H.