Porque o governo pretende:
Entregar os serviços públicos locais ao sector privado.
Despedir em massa ou colocar em situação de mobilidade forçada milhares de trabalhadores que desempenham funções nas empresas municipais, intermunicipai...
Ainda alguém acredita que é assim que saímos da crise? Passos Coelho e Paulo Portas acrescentam crise
à crise e arrastam o país para o caos!
Até quando vamos aguentar isto?
ASSIM NÃO PODE SER!
Este é um tempo de combate e de...
No novo número do Jornal do STAL destacamos, de entre outros temas: «Poderoso grito de revolta exige continuação da luta», págs. 2/3; «A mando da troika», editorial; «Sector empresarial local - Impedir projecto devastador», pá...
O STAL realiza na próxima sexta feira, 25, a partir das 10.30h, frente à Assembleia da República, um Plenário Nacional de dirigentes, delegados e activistas sindicais, acção que visa protestar contra a Proposta de Lei do Novo Regime Jurídico das Actividades Empresariais Locais entregue pelo Governo no Parlamento no inicio do mês, 9 de Maio.
COMBATER A PRECARIEDADE E GARANTIR DIREITOS, EXIGIR ORGANIZAÇÃO E FINANCIAMENTO
A precariedade laboral que atinge o sector, os direitos dos bombeiros, a organização e o financiamento deste serviço público indispensável foram os principais temas em discussão no IV Encontro Nacional de Bombeiros do STAL, que juntou na sua sede nacional, em Lisboa, uma centena de participantes.
ALTERAÇÃO DA LEGISLAÇÃO LABORAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
O STAL disponibiliza aqui a última versão da proposta de lei do Governo para a alteração de um amplo conjunto de matérias constantes da legislação laboral aplicável aos trabalhadores em funções públicas, bem como parecer do seu Gabinete Técnico.
Juntamente com outras 19 organizações internacionais, a campanha Água é de todos subscreve uma carta aberta à Comissão Europeia contra a privatização da água e dos serviços públicos de água e saneamento em diversos países imposta pela Troika. A carta foi enviada pela Água é de todos ao vice-presidente da Comissão Europeia, Olli Rehn.
O acordo que se anuncia entre as estruturas sindicais da UGT (SINTAP/FESAP e STE) e o Governo, a respeito da alteração do regime de vínculos carreiras e remunerações da Administração Pública, constitui mais um vergonhoso acto de subserviência aos ditames do Governo/troika e um novo passo na ofensiva contra os direitos dos trabalhadores, sujeitando-os a maiores arbitrariedades e exploração.