Vamos travar a privatização da EGF

Os motivos da contestação são claros: a EGF é uma empresa estratégica que presta um serviço público essencial ao ambiente, ao desenvolvimento e à qualidade de vida dos portugueses, não deve por isso ser submetida à lógica do lucro. A EGF tem uma posição dominante no sector, pois as 11 empresas criadas em parceria com os municípios gerem 65% do total nacional dos resíduos sólidos urbanos. A venda da EGF daria origem à criação de um monopólio privado sem paralelo na Europa (à excepção de Nápoles, onde a máfia controla o lixo).

É urgente reverter a decisão do Governo.
E só com a luta isso será possível.

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