NO PROTESTO PARTICIPARAM MILHARES DE TRABALHADORES DAS AUTARQUIAS VINDOS DAS DIFERENTES REGIÕES DO PAÍS.
No final do desfile, em que se integrou uma delegação da CGTP-IN dirigida pelo secretário-geral, Arménio Carlos, os manifestantes concentrados frente à Assembleia da República aprovaram uma resolução na qual é reafirmada a determinação de continuar a lutar pelo aumento dos salários e das pensões.
Como principais reivindicações do sector, o documento da Frente Comum de Sindicatos destaca:
- o aumento real dos salários e das pensões em 4%, com um mínimo de 50,00€;
- o aumento do subsídio de refeição para 6,50€;
- o descongelamento das progressões das posições remuneratórias;
- a reposição do valor do trabalho suplementar;
- a aplicação do horário semanal de 35 horas a todos os trabalhadores que exerçam funções públicas, quer em regime de contrato de trabalho em funções públicas, quer com contrato individual de trabalho.
- a reposição dos 25 dias de férias, majorados com dias de idade e serviço;
- a redução do desconto da ADSE para 1,5%;
- a regulamentação do suplemento de penosidade, insalubridade e risco;
- a abertura de procedimentos concursais;
- a reposição dos escalões de IRS existentes antes da entrada da troika;
- a reposição da fórmula de cálculo das pensões e das condições gerais para aposentação com 36 anos de serviço, independentemente da idade;
- a identificação e regulamentação das carreiras de desgaste rápido e as demais medidas exigidas na Proposta Reivindicativa Comum para 2017.
O STAL continuará a lutar pelos legítimos direitos dos trabalhadores e dos aposentados, dinamizando e desenvolvendo todos os processos de luta imprescindíveis e inadiáveis em defesa das suas condições de vida e do direito constitucional das populações a serviços públicos de qualidade e às funções sociais do Estado.
