No encontro, a par do que ocorreu nos anteriores, foi discutida a inqualificável tentativa do Governo de se imiscuir na contratação colectiva com empregadores públicos e a autonomia da Administração Local; a situação económica dos trabalhadores da Administração Local (salários e outras prestações); a política anti-social do Governo de destruição e privatização de serviços públicos essenciais; bem como a utilização abusiva de desempregados, obrigados a prestar verdadeiro trabalho escravo, não pago, através dos chamados contratos de emprego e inserção.
O encontro terminou, pelas 16.30 horas, com um desfile e concentração frente à sede da Associação Nacional de Municípios Portugueses.


