No protesto enviado, os membros do Conselho Geral denunciam que apesar da condição de demissionário, o Presidente «continua a tomar decisões não só inoportunas, mas também, na nossa opinião, completamente ilegítimas», referindo-se às recentes deliberações, que procedem «à criação de unidades orgânicas e à designação dos titulares de cargos de direção» medidas que apenas deveriam ser tomadas por um «Conselho Diretivo, plenamente constituído e formalmente legitimado para o pleno exercício das respetivas competências.»
Para além do firme protesto contra o comportamento do Presidente demissionário, os subscritores do protesto esperam que Liberato Baptista «se abstenha da prática de quaisquer atos que, de alguma forma, colidam com a boa gestão da ADSE ou visem constituir situações de facto condicionantes da ação do próximo Conselho Diretivo.»
