As principais reivindicações emanadas do plenário, prendem-se com a actualização do valor da Remuneração Complementar (que se encontra congelado desde 2014), a exigência da garantia do impulso mínimo de 28€ para todos os trabalhadores com direito a progressão e a regularização dos vínculos precários, um problema com grande expressão nos Açores.
Foram também denunciadas e debatidas as más condições de trabalho e a falta de políticas no âmbito da Segurança e Saúde no Trabalho, factos que impõem novas e mais responsáveis atitudes por parte dos autarcas açorianos.
Os activistas do STAL analisaram ainda as questões gerais da ação reivindicativa e reforçaram a necessidade da luta pelo aumento dos salários, pela afirmação das profissões e pela recuperação de carreiras, afirmando que uma delegação irá integrar a Manifestação Nacional da Administração Pública, no dia 16 de Março, em Lisboa.
