Os dados conhecidos até ao momento na Administração Local e Regional revelam uma forte adesão à paralisação convocada pela Frente Comum, e são um sinal claro de que os trabalhadores das autarquias estão de acordo com as razões desta greve e de que estão disponíveis para continuar a luta pelo aumento geral dos salários – com um mínimo de 90 € para todos – e do Salário Mínimo Nacional – para 850 €; pela revogação do sistema de “avaliação” da Administração Pública (SIADAP); pela criação e regulamentação do Suplemento de Insalubridade, Penosidade e Risco (SIPR); pela correcção da Tabela Remuneratória Única; pela recuperação das carreiras; e pela melhoria dos serviços públicos e das funções sociais do Estado.
Tendo em conta o actual quadro político, a acção de luta desta sexta-feira ganha ainda maior importância ao reafirmar que os trabalhadores não se demitem de lutar, exigindo resposta à Proposta Reivindicativa Comum para 2022, apresentada pela Frente Comum ao Governo, e que estão unidos e determinados em prosseguir a Luta pela valorização do seu trabalho, por mais direitos, melhores salários que dignifiquem o trabalho e a vida de quem trabalha. Luta que continua já no próximo dia 20, na Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN.
