Todos os deveres, nenhuns direitos!

O STAL exige que a cada posto de trabalho permanente tem de corresponder um contrato de trabalho efectivo, condenando este comportamento reiterado do executivo municipal, que agrava mais ainda a situação destes trabalhadores no actual contexto pandémico, já que não dispõem de qualquer tipo de protecção social.

É imoral que uma Câmara Municipal fomente a precaridade laboral – sobretudo num momento tão difícil como aquele que atravessamos –, e que recorra a esta forma encapotada de beneficiar de mão-de-obra barata, como denunciam o STAL e os trabalhadores na moção aprovada por unanimidade e entregue à autarquia.

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