Como pode ser uma empresa totalmente detida por entidades do Estado, ser a primeira a fazer despedimentos dos seus trabalhadores mais fragilizados?
Uma empresa que continua a apresentar lucros anuais de milhões de euros anuais, tem necessidade de despedir estes trabalhadores?
O Estado que anuncia injectar dinheiro nas empresas, nada faz em relação aos trabalhadores que lhes prestam serviço?
A Direcção Regional de Lisboa do STAL demonstra a sua tremenda indignação e exige que a decisão tomada seja imediatamente revogada.
