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STAL Suspende greve na Madeira |
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26-Fev-2010 |
GREVE NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICANo seguimento da catástrofe natural que atingiu a ilha da Madeira e a necessidade de todos se envolverem na recuperação dos danos provocados, o Stal – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, que integra a Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública decidiu suspender a realização da Greve Nacional prevista para o próximo dia 4.
A decisão de suspender a greve, que foi já comunicada às entidades oficiais madeirenses, Governo Regional, Câmaras Municipais, Associação de Municípios e outros organismos públicos abrangidos, foi toma pelo Stal e também por outras organizações sindicais signatárias tendo em conta a situação de catástrofe que atinge a região e que exige os esforços de todos no restabelecimento da normalidade.
Expressando a nossa solidariedade com o povo madeirense em geral e o profundo pesar pelas perdas humanas, lamentando os enormes prejuízos materiais que a calamidade produziu, o Stal afirma a sua disponibilidade e firme determinação em colaborar para a superação das graves dificuldades que afectam a população madeirense.
Para além de ter suspenso na região a greve nacional da Administração Pública convocada para o próximo dia 4 de Março, o Stal apela aos trabalhadores da Administração Pública a que se coloquem à disposição das diversas entidades em que prestam serviço para, no exercício das suas funções, se integrarem nos trabalhos de recuperação.
Contudo, o Stal salienta ainda que procedeu não à desconvocação da greve mas sim à sua suspensão, mantendo-se os respectivos avisos prévios emitidos, exclusivamente para efeitos de justificação de eventuais ausências de trabalhadores, que, apesar dos esforços, não tenham sido informados desta decisão.
O Stal reafirma no entanto, as justas razões que determina esta acção de luta de 4 de Março, a qual terá seguramente uma forte adesão no continente e na região autónoma dos Açores:
- Contra o congelamento dos salários que o Governo central pretende impor;
- Contra novas e graves retiradas nos direitos de aposentação;
- Por salários justos;
- Por carreiras dignas;
- Por uma avaliação de desempenho sem quotas;
- Por uma Administração Pública de qualidade, ao serviço de todos os cidadãos, que valorize e motive os trabalhadores.
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